Açude de Sumé salta do volume morto para 22% em apenas 9 dias

O açude do município de Sumé, no Cariri paraibano, é um dos reservatórios que mais tem se beneficiado das chuvas caídas no mês de janeiro de 2025, na região.

Segundo dados do monitoramento da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), o açude iniciou o ano no volume morto, com apenas 1 milhão de metros cúbicos de água armazenada, o que representava 2% da capacidade total.

A partir do último dia 14, a situação começava a se modificar. Neste dia, o reservatório obteve uma recarga de 1 milhão m³, dobrando o volume armazenado.

Com a continuidade das chuvas na região, foram sucessivas recargas no manancial, fazendo o açude de Sumé multiplicar por 10 o seu volume.

Nesta quarta-feira (22), o reservatório responsável por abastecer Sumé registrava 10.199.705 m³ de água acumulada, o que representa 22,73% da capacidade total, que é de 44.864.100 m³.

A expectativa é de mais recargas ao longo dos próximos dias.

De Olho no Cariri

Blog do Max Silva

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O projeto “O Mágico de Oz na Escola do Campo: uma leitura em três atos”, desenvolvido em Boa Vista, conquistou o 1º lugar na 3ª Gerência Regional de Educação e foi apresentado durante o III Seminário de Boas Práticas – Territórios que Alfabetizam, promovido no âmbito do programa Alfabetiza Mais Paraíba, do Governo do Estado.

A iniciativa foi idealizada pela professora Albaneide, com a participação dos alunos do 4º ano da Escola Municipal Severino Tavares da Silva, localizada na comunidade Cacimba Nova. Inspirado na obra O Mágico de Oz, o projeto utilizou a literatura como ferramenta para estimular a leitura, a escuta, a inclusão e o desenvolvimento das práticas pedagógicas.

A proposta envolveu estudantes, equipe escolar, pais, Secretaria Municipal de Educação e gestão municipal, fortalecendo a participação da comunidade no processo de aprendizagem e demonstrando a importância de estratégias educativas que aproximam o conhecimento da realidade dos alunos.

De Olho no Cariri