Acidente automobilístico é registrado na PB-177 em Soledade

Um acidente automobilístico aconteceu no final da tarde desta última quinta-feira (20) na PB-177 (Rodovia da Mineração), deixando três pessoas com ferimentos leves.

Segundo informações, o acidente ocorreu na localidade conhecida como Curva de Pedro Clementino, já na entrada de Soledade, vindo de São Vicente do Seridó.

O automóvel era dirigido por Rafael Luiz, filho do comerciante Lula da Madeireira. Ele perdeu o controle do veículo, que saiu da pista e bateu no meio-fio. Com o impacto, a lateral do carro ficou parcialmente destruída.

Uma viatura da Polícia Militar (PM) esteve no local, assim como uma equipe do SAMU, que atendeu os ocupantes do veículo. Eles não tiveram ferimentos graves, apenas escoriações e o susto.

De Olho no Cariri

Com Heleno Lima

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri