2ª Conferência das Cidades acontece nesta sexta-feira em Santo André

O município de Santo André realizará nesta sexta-feira, dia 27 de junho, a 2ª Conferência Municipal das Cidades, a partir das 08h da manhã, na Câmara Municipal. O evento é promovido pela gestão do prefeito Edglei Amorim, que convida toda a população santoandreense a participar deste importante momento de construção coletiva e debate sobre o futuro urbano do município.

A conferência tem como objetivo principal discutir políticas públicas voltadas ao desenvolvimento urbano, com foco na habitação, mobilidade, saneamento, sustentabilidade, segurança pública e gestão estratégica das cidades.

Programação está dividida em três eixos temáticos:

Eixo 1: Articulação entre os principais setores urbanos e o planejamento das políticas públicas
• Políticas de Habitação e Regularização Fundiária na PNDU
• Política de Saneamento Básico
• Política de Mobilidade Urbana na PNDU

Eixo 2: Gestão estratégica e financiamento
• Gestão Interfederativa, Cooperação e Consórcios
• Gestão das Regiões Metropolitanas
• Mecanismos Fiscais e Extrafiscais de Âmbito Local
• Controle Social e Gestão Democrática das Cidades
• Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano (SNDU)

Eixo 3: Grandes temas transversais
• Sustentabilidade Ambiental e Emergências Climáticas
• Transformação Digital e Território
• Segurança Pública e o Enfrentamento do Controle Armado nos Territórios Populares

O evento será um espaço aberto ao diálogo com representantes do poder público, sociedade civil organizada e cidadãos interessados em contribuir com o planejamento de uma cidade mais justa, sustentável e eficiente.

A presença da população é considerada essencial para que as propostas discutidas representem de forma ampla os interesses da coletividade. “Contamos com a participação de todos para juntos pensarmos a cidade que queremos”, destaca o prefeito Edglei Amorim.

De Olho no Cariri

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Presidente da Câmara dos Deputados e candidato à reeleição como deputado, Hugo Motta (Republicanos) declarou apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições desse ano. Motta confirmou sua posição em entrevista na Paraíba nesta segunda-feira (10).

A fala de Hugo Motta aconteceu na posse da advogada Giovanna Mayer como desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).

“Iremos declarar esse apoio ao presidente, porque é o presidente que converge com aquilo que pensamos ser o melhor para o país, então eu estava aguardando a posição do partido para que pudesse trazer de público a nossa posição, e a nossa posição está sendo aqui revelada em primeira mão, de apoio ao presidente Lula em seu projeto de reeleição”, disse.

O presidente da Câmara Federal disse que como o partido dele, o Republicanos, declarou neutralidade à nível nacional na disputa eleitoral da Presidência da República, isso possibilitou o apoio a campanha de Lula.

“Eu estava aguardando o meu partido se posicionar. O Republicanos, em nível nacional, declarou a posição de neutralidade, ou seja, liberando os diretórios estaduais e os seus membros para apoiar ali a candidatura nacional, quem entender ser a candidatura melhor para o país”, disse.

Decisão do Republicanos

O Partido Republicanos anunciou no dia 4 de agosto que iria adotar uma posição de neutralidade na disputa pela Presidência da República nas eleições deste ano.

A decisão foi formalizada na convenção do partido em Brasília e, segundo o presidente da legenda, é um entendimento firmado após a diretoria nacional ouvir a posição de escritórios da legenda em todo o país.

A decisão do Republicanos segue o mesmo posicionamento da federação União Progressistas.

Em nota emitida à época, o partido afirmou que a deliberação foi construída de forma coletiva e levou em consideração o crescimento da legenda nos estados, além das diferentes realidades políticas e alianças regionais formadas ao longo dos últimos anos.

“A posição de independência na disputa presidencial não representa ausência de princípios nem de posicionamento político”, afirmou o Republicanos. Segundo a sigla, a decisão busca preservar a autonomia das lideranças estaduais e a unidade partidária.