Romero Rodrigues manifesta solidariedade ao padre Fabrício Timóteo e pede reconsideração de transferência

O deputado federal Romero Rodrigues (Podemos), utilizou suas redes sociais na tarde desta sexta-feira (01), para prestar solidariedade ao padre Fabrício Timóteo, em meio à repercussão de sua transferência da paróquia de Taperoá. No Instagram, o deputado declarou que “espera que sua transferência possa ser reconsiderada”.

Nesta semana, a transferência do pároco, ordenada pelo bispo da diocese de Patos, gerou polêmica e levantou acusações de perseguição contra o padre, que atua na cidade de Taperoá, no Cariri paraibano.

https://www.instagram.com/p/DB1gdGYPN4L/?igsh=dnR6eXpsMXZiaTY1

Além do deputado Romero Rodrigues, outras autoridades também se manifestaram contrárias à decisão, incluindo membros da Assembleia Legislativa da Paraíba, que expressaram apoio ao padre e solicitaram revisão da transferência imposta pela diocese.

De Olho No Cariri

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil