Quadrilha Flor do Cariri Mirim encanta o bairro dos Pereiros com espetáculo emocionante

Na noite de ontem, o bairro dos Pereiros, em Serra Branca, vivenciou um momento histórico e emocionante com a apresentação da quadrilha Flor do Cariri Mirim. Composta por 48 crianças, a tradicional quadrilha trouxe um espetáculo único que combinou homenagens, o clássico casamento matuto e a tradicional dança junina.

O evento foi marcado por homenagens a figuras que fizeram parte da história da quadrilha, como Gilvan Caboclo, histórico marcador; Juraci, a costureira do bairro; Baiano, antigo marcador da quadrilha do Mini Campo; Geraldo Babão, colaborador de longa data; e Arimateia, que representou o saudoso Manquinho Sanfoneiro. A presença dessas personalidades reforçou o laço de tradição e memória afetiva que a quadrilha mantém com a comunidade.

Entre as autoridades presentes estavam o deputado estadual Dr. Romualdo Quirino, o secretário de Cultura Eduardo Felipe e o secretário de Serviços Urbanos Geovane Cantalice, que representaram o prefeito Alexandre, que por questões de agenda não pôde comparecer. A valorização cultural foi um dos destaques das falas das autoridades, que ressaltaram a importância de eventos como este para fortalecer a identidade local.

Yan César, organizador e marcador da quadrilha este ano, compartilhou sua emoção ao final da apresentação:

“O sentimento é de muita gratidão. Ver a alegria das crianças, dos pais e do público é a maior recompensa. Hoje foi um dia especial, que além de levar cultura e diversão, também ajudou a movimentar a economia do bairro.”

O evento lotou o espaço destinado ao público e foi encerrado em clima de festa, com pais, crianças e visitantes unidos em celebração. O espetáculo da Flor do Cariri Mirim deixou uma marca na história cultural do bairro, renovando as tradições juninas e inspirando novas gerações a manterem viva a chama das quadrilhas nordestinas.

De Olho no Cariri

Com Paraíba Mix

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Estão abertas as inscrições para o concurso da Defensoria Pública do Estado da Paraíba (DPE-PB), que oferece 20 vagas para cargos de níveis médio e superior. Os salários são de R$ 4.042,50 para o cargo de nível médio e de R$ 5.197,50 para os cargos de nível superior.

As oportunidades contemplam o cargo de Técnico da Defensoria, de nível médio, e diferentes especialidades de Analista da Defensoria, de nível superior. Entre as áreas disponíveis estão Assistente Jurídico, Auditor Interno, Desenvolvimento de Sistemas, Psicologia, Serviço Social, Suporte e Infraestrutura de Redes e Segurança da Informação.

As inscrições devem ser feitas pelo site da Fundação Carlos Chagas até as 23h59 do dia 13 de novembro. A taxa é de R$ 103 para o cargo de nível médio e de R$ 123 para os cargos de nível superior. O pagamento deve ser realizado por boleto bancário até 16 de novembro de 2026.

Para o cargo de Técnico da Defensoria – Sem Especialidade, é exigido certificado de conclusão do ensino médio ou de curso profissionalizante com habilitação regular de ensino médio, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).

Para os cargos de Analista da Defensoria, os requisitos variam conforme a especialidade. A função de Assistente Jurídico exige graduação em Direito. Já o cargo de Auditor Interno aceita formação superior em Contabilidade, Direito, Economia ou Administração. As especialidades de Desenvolvimento de Sistemas, Suporte e Infraestrutura de Redes e Segurança da Informação exigem graduação na área de Tecnologia da Informação.

Para os cargos de Psicólogo e Assistente Social, é necessário ter formação na área correspondente e registro no respectivo conselho profissional. Já a função de Analista da Defensoria – Sem Especialidade aceita diploma de nível superior em qualquer área de formação. Os requisitos devem ser comprovados no ato da posse.

Provas

O concurso será composto por prova objetiva para todos os cargos e prova discursiva de redação para as funções de nível superior. As avaliações estão previstas para 28 de fevereiro de 2027, em João Pessoa (PB). A prova para o cargo de nível médio será aplicada no período da manhã, enquanto as avaliações para os cargos de nível superior ocorrerão à tarde.

Para Técnico da Defensoria – Sem Especialidade, a prova objetiva terá 60 questões de múltipla escolha, sendo 20 de conhecimentos gerais e 40 de conhecimentos específicos. A duração será de três horas.

Para os cargos de Analista da Defensoria, a prova objetiva também terá 60 questões, distribuídas entre 20 de conhecimentos gerais e 40 de conhecimentos específicos, além de uma prova discursiva de redação. A duração total será de quatro horas.

Cada questão objetiva terá cinco alternativas, e as provas terão caráter eliminatório e classificatório. Os conteúdos programáticos estão detalhados no edital.

Com Portal Correio