Copa Integração de Futebol do Cariri define a maioria dos confrontos do mata-mata da 2ª fase da competição

Neste último domingo(15) a bola voltou a rolar pela Copa Integração de Futebol do Cariri. A última rodada da primeira fase agitou os desportistas da região e na oportunidade, definiu 90% dos confrontos da segunda fase da competição, o famoso duelo eliminatório de mata-mata.

Os jogos da última rodada mais uma vez movimentaram as praças esportivas da região e o clima de decisão já toma conta das equipes participantes e torcedores.

Os confrontos já foram definidos entre os grupos A ao F, faltando apenas a definição dos grupos G e H, que será definido com a partida entre a Seleção de Santo André e Seleção de Queimadas que acabou sendo adiada neste último domingo, devido as chuvas que caíram na cidade de Santo André, deixando o campo de futebol da cidade sem condições de jogo.

Sendo assim, a coordenação da Copa Integração de Futebol do Cariri decidiu que os jogos de mata-mata não serão adiados e já terão no próximo domingo, com jogos de ida e volta, sendo realizados nas datas 22 e 29 de maio.

Já a partida restante da primeira fase entre Seleção de Santo André e Seleção de Queimadas será realizada no próximo domingo, e os confrontos de mata-mata dos grupos G e H serão realizados nas datas 29 de maio e 05 de junho.

A coordenação da competição ainda comunica que a terceira fase dará início no dia 11 de junho com os jogos correspondentes as quartas de final.

Confira os resultados dos jogos da última rodada da primeira fase realizados neste último domingo:

Em Boqueirão: Big Cana 4 x 0 Atlético da Prata

Em São João do Tigre: Atlético 0 x 2 Seleção de Parari

Em Olivedos: Grêmio 3 x 0 Serraria de Caturité

Em Pocinhos: Leão da Vila venceu por WO. A equipe do Independente de Zabelê não compareceu ao local da partida.

Em Santo André: A partida entre Seleção de Santo André e a Seleção de Queimadas foi adiado devido as chuvas caídas no campo de futebol da cidade. A partida foi adiada para o próximo domingo, dia 22.

Confira como ficaram os confrontos das oitavas de final da Copa Integração de Futebol do Cariri:

Jogos de Ida – 22 de Maio

No Congo: Seleção do Congo x São Paulo de São João do Cariri

Em Cabaceiras: Estudantes de Cabaceiras x Tigrense F.C

Em Gurjão: Paraíba de Gurjão x Selebranca

Em Parari: Seleção de Parari x Vasco do Marinho de Boqueirão

Na Prata: Atlético da Prata x São Paulo da Ribeira

Em São José dos Cordeiros: Juventude x Alto Alegre de Sumé

De Olho no Cariri

Com Cariri Esporte

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil