Professor João Batista reconhece importância do projeto, decide pelo apoio aos pré-candidatos Ari e Rivaldo Júnior e retoma sua pré-candidatura

Ex-vereador do Município de Santo André – PB e integrante do quadro do magistério estadual, o professor João Batista manteve contato com os pré-candidatos Ari e Rivaldo Júnior na tarde desse sábado (18). A reunião foi pautada na busca de avanços e no estabelecimento de um projeto que proporcione dias melhores aos cidadãos.

Questionado pela reportagem, o professor João Batista reconheceu o trabalho realizado pela atual administração e a necessidade de se construir uma Santo André melhor.

“Após inúmeras conversas com meus familiares e amigos, decidi, na tarde de hoje, retomar minha pré-candidatura ao cargo de vereador e o faço por respeito ao povo, pelo amor a essa cidade e por entender que tenho muito a contribuir, eu não poderia deixar de reconhecer o trabalho feito pelo prefeito Arimatéa Porto em nossa cidade. Peço a Deus que nos abençoe e nos conceda dias melhores”.

João Batista, atualmente filiado ao REPUBLICANOS, possui uma extensa prestação de serviços ao Município.

Os pré-candidatos, Ari e Rivaldo Júnior receberam a decisão com muita alegria e a certeza que estão no caminho certo.

“Só temos a agradecer a Deus por nos conceder a oportunidade de trabalhar em favor da população e isso nós fazemos com respeito e amor. João Batista é um amigo, um jovem determinado, estudioso e competente que tem muitos projetos para nossa cidade. Temos a certeza que ele contribuirá muito com a realização de um governo que tem como principal objetivo proporcionar dias melhores aos cidadãos” afirmou o prefeito Ari.

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil