Polícia Militar realiza operações qualificadas de trânsito na região do Cariri paraibano

Nesta terça-feira(16) a Polícia Militar realizou uma operação na região do Cariri paraibano com o intuito de coibir crimes nos municípios e tirar de circulação armas, drogas, criminosos, veículos roubados e motoristas dirigindo sobre efeito de álcool.

Na cidade da Prata, por volta das 22h06min desta terça, durante a operação policial, foram abordados dois condutores, um de 20 anos de idade que estava conduzindo uma moto Honda CG 125 e outro condutor de 26 anos de idade que estava conduzindo uma moto Honda XRE 300, ambos não possuíam carteira de habilitação, bem como não portavam e nem possuíam documentação das motos. As mesmas estavam com diversas irregularidades e foram encaminhadas a 7ª CIRETRAN.

Em Serra Branca na terça-feira (16), por volta das 16h40min, a guarnição abordou um homem de 45 anos de idade, o qual conduzia uma motocicleta Honda CG 125, sem portar documentação exigida pelo CONTRAN, sem capacete de segurança e a moto além de não possuir documentação, estava apresentando diversas irregularidades. Já por volta das 21h37min, foram abordados dois condutores, em uma moto CG 150 e o outro em uma moto CG 125, ambos não estavam portando e nem possuíam documentação das motos, bem como também foi identificadas diversas irregularidades nos veículos. Todas as motocicletas foram encaminhadas a 7ª CIRETRAN.

Em Camalaú na terça-feira (16), por volta das 22h00min, foi registrado um acidente de trânsito, onde um um carro Ford Ka conduzido pelo funcionário dos correios, bateu na lateral de um caminhão que tentou manobrar para entrar em uma estrada vicinal. o condutor do Ford Ka foi socorrida por uma equipe de saúde de Camalaú até a cidade de Sumé e posteriormente o mesmo foi encaminhado para Hospital do Trauma em Campina Grande com o estado de saúde estável.

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil