Prefeitura de Livramento antecipa pagamento da contrapartida do programa Garantia Safra 2021/2022

Como forma de garantir a adesão do município de Livramento ao programa Garantia Safra, a gestão do prefeito Nananda pagou com antecipação todas as parcelas do aporte obrigatório da gestão municipal. A informação foi confirmada pelo secretário de finanças, Marcos Montenegro.

Segundo o auxiliar, foram quitadas seis parcelas de R$ 4.598,50, totalizando um investimento dos cofres municipais no valor de R$27.591,00. O recurso garante a contrapartida da Prefeitura de Livramento no programa e sinaliza para o Governo Federal mais cedo que o município está apto, do ponto de vista financeiro, a ser contemplado com o benefício. Vale ressaltar que o recurso é liberado apenas após laudo de perda na lavoura por parte dos órgãos técnicos.

Para o prefeito Nananda, sua gestão estará focada em realizar obras, mas também em beneficiar todos os grupos sociais de acordo com suas necessidades. “Os agricultores fiquem cientes que o que compete à gestão municipal para a vinda do Garantia Safra está feito. Agora é torcer para nossa Livramento ser contemplada”, finalizou.

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O novo primeiro suplente do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) nas eleições deste ano, Matheus Lucena (PDT), declarou à Justiça Eleitoral não possuir bens a declarar. Conforme verificado, o pedido já consta no sistema DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com status de “concorrendo”.

Filho do ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB) e irmão da ex-secretária executiva de saúde da Capital, Janine Lucena (PSD), Matheus disputa uma eleição pela primeira vez. Filiado ao PDT, ele foi indicado para a vaga no último prazo permitido pela Justiça Eleitoral para substituição de candidaturas e agora aguarda a análise do registro pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).

Matheus assumiu o posto depois que Janine desistiu de disputar a primeira suplência da chapa de Veneziano. O pedido de renúncia foi protocolado na última segunda-feira (14), poucos dias após o TRE-PB indeferir, por unanimidade, o registro da candidatura dela. No mesmo documento, Janine indicou o irmão para substituí-la.

A candidatura de Janine havia sido impugnada pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), com base em elementos reunidos durante a Operação Mandare, investigação que apura suspeitas de relação entre uma facção criminosa e órgãos públicos de João Pessoa. O Ministério Público Eleitoral (MPE) também citou processos envolvendo corrupção eleitoral e organização criminosa, embora Janine não possua condenações definitivas.

Veja abaixo o registro no site do TSE:

A relatora do caso no TRE-PB, desembargadora eleitoral Giovanna Mayer, votou pelo indeferimento da candidatura, sendo acompanhada pelos demais integrantes da Corte. A defesa de Janine nega qualquer envolvimento em irregularidades e afirma que as investigações ainda não foram concluídas. Horas antes de anunciar a desistência, ela também teve um recurso negado pelo TSE.

De Olho no Cariri

Com Fonte83