Prefeitura de São João do Tigre realiza entrega de kits de cestas básicas através do programa ‘Prato Cheio’

A Prefeitura de São João do Tigre através da Secretaria de Desenvolvimento Social e Segurança Alimentar, sob a coordenação da secretária Sandra Freitas realizou mais uma campanha em prol das famílias vulneráveis do município.

A campanha é uma parceria com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP) e a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), a Fundação Banco do Brasil (FBB) e a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) para atender a população carente, articulado pela FAMUP.

Foram entregues 269 kits de Cestas Básicas, por meio do Projeto Prato Cheio. A gestão Márcio Leite deu início a esta ação no último dia 13 de julho, no CRAS seguindo todos os protocolos de higienização para evitar a proliferação do Coronavírus.

 “Quero destacar que essa não é a primeira e nem será a última ação voltada às pessoais mais humildes do nosso Município,” comemorou o gestor.

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O novo primeiro suplente do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) nas eleições deste ano, Matheus Lucena (PDT), declarou à Justiça Eleitoral não possuir bens a declarar. Conforme verificado, o pedido já consta no sistema DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com status de “concorrendo”.

Filho do ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB) e irmão da ex-secretária executiva de saúde da Capital, Janine Lucena (PSD), Matheus disputa uma eleição pela primeira vez. Filiado ao PDT, ele foi indicado para a vaga no último prazo permitido pela Justiça Eleitoral para substituição de candidaturas e agora aguarda a análise do registro pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).

Matheus assumiu o posto depois que Janine desistiu de disputar a primeira suplência da chapa de Veneziano. O pedido de renúncia foi protocolado na última segunda-feira (14), poucos dias após o TRE-PB indeferir, por unanimidade, o registro da candidatura dela. No mesmo documento, Janine indicou o irmão para substituí-la.

A candidatura de Janine havia sido impugnada pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), com base em elementos reunidos durante a Operação Mandare, investigação que apura suspeitas de relação entre uma facção criminosa e órgãos públicos de João Pessoa. O Ministério Público Eleitoral (MPE) também citou processos envolvendo corrupção eleitoral e organização criminosa, embora Janine não possua condenações definitivas.

Veja abaixo o registro no site do TSE:

A relatora do caso no TRE-PB, desembargadora eleitoral Giovanna Mayer, votou pelo indeferimento da candidatura, sendo acompanhada pelos demais integrantes da Corte. A defesa de Janine nega qualquer envolvimento em irregularidades e afirma que as investigações ainda não foram concluídas. Horas antes de anunciar a desistência, ela também teve um recurso negado pelo TSE.

De Olho no Cariri

Com Fonte83