Primeiros lotes da vacina contra a Covid-19 chegam em janeiro e paraibanos recebem imunização a partir de fevereiro, diz Geraldo Medeiros

O Secretário Estadual de Saúde, Geraldo Medeiros, afirmou nesta segunda-feira (14), em entrevista ao programa ‘Arapuan Verdade’ que a população paraibana deverá ser vacinada em fevereiro, quando se iniciará o primeiro ciclo da vacinação. As doses encomendadas fazem parte do primeiro lote de 15 milhões de unidades da vacina de Oxford contra a covid-19, feitas pelo Governo Federal.

De acordo com ele, essas doses chegarão em janeiro, após o Brasil fechar o acordo com a Universidade de Oxford e a AstraZeneca para obter a vacina. O valor total da negociação gerou em torno de U$ 127 milhões.

“O que acena o governo Federal é de que haverá a centralização e essa é a melhor conduta para toda a campanha de vacinação. Em janeiro receberemos os primeiros lotes das vacinas e em fevereiro começamos a vacinação. O Plano Nacional de Imunização (PNI) do país é considerado o mais abrangente do mundo e isso dá segurança para uma grande campanha contra o vírus”, destacou.

Segundo Geraldo, o momento é de expectativa, uma vez que basta a sinalização do envio das vacinas para que a população paraibana já tenha seus grupos prioritários assegurados na imunização. “Assim que o Ministério da Saúde disponibilizar as vacinas iremos iniciar os ciclos da imunização astazenica aos grupos prioritários”, destacando que os primeiros a receberem as doses serão os profissionais da saúde, seguido dos idosos e demais profissionais.

De acordo com o Ministério da Saúde, serão 15 milhões de unidades em janeiro, mais 15 milhões em fevereiro e as outras 70 milhões devem chegar ao país em lotes sequenciais a partir de março.

O calendário com as datas de aplicação das vacinas ainda não tem prazo de divulgação e só será anunciado quando as doses chegarem à Paraíba.

A Paraíba registrou 93 novos casos de Covid-19, 3.439 óbitos e 153.649 infectados, segundo dados do último Boletim de Saúde, divulgado neste domingo (13).

Click PB

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A respeito do Inquérito Civil Público instaurado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) para apurar suposto uso de alimentos da merenda escolar na Escola José Bonifácio de Andrade, localizada no Distrito de Pio X, a Prefeitura Municipal de Sumé esclarece que, no mês de fevereiro do corrente ano, a Secretaria de Obras designou dois servidores efetivos para se deslocarem da sede administrativa até a referida unidade escolar. A missão dos trabalhadores visava realizar reparos estruturais necessários, bem como proceder à análise técnica para a instalação de equipamentos e outras melhorias na infraestrutura do prédio.

Como os serviços executados demandaram dois dias consecutivos de trabalho e a unidade fica distante 30 quilômetros da sede do município, ficou previamente acordado que os profissionais poderiam realizar suas refeições na própria escola. A medida foi adotada para otimizar o tempo de execução das benfeitorias, evitar transtornos à rotina de alunos e professores, e dispensar o deslocamento duplo de ida e volta ao longo do dia.

A Prefeitura de Sumé reitera que a merenda escolar é destinada prioritariamente aos estudantes, premissa seguida à risca em toda a rede municipal. As refeições ofertadas aos dois servidores restringiram-se exclusivamente às sobras da merenda escolar, ou seja, foram consumidas apenas após todos os alunos da unidade terem se alimentado satisfatoriamente, sem nenhum prejuízo ou comprometimento da alimentação diária dos estudantes.

Vale ressaltar que, como a situação envolveu tão somente o aproveitamento de excedentes, sem gerar acréscimos ou necessidade de novos insumos, não houve qualquer necessidade de ressarcimento por parte da Secretaria Municipal de Obras. O quantitativo de merenda destinado à unidade é suficiente para atender com plenitude a todos os alunos matriculados.

Por fim, a gestão municipal reforça seu compromisso com a transparência e informa que todas as listas, documentos de repasses financeiros, registros de alimentos recebidos nos meses de fevereiro e março de 2026 e quantitativos de alunos atendidos foram integralmente entregues ao Ministério Público a época e dentro do prazo solicitado, juntamente com todos os esclarecimentos pertinentes ao caso.

Assessoria