Prefeito Arimatea Porto abre mão da locação de veículo para uso do gabinete da Prefeitura de Santo André

O Prefeito Arimatea Porto, dentre tantas medidas tomadas ao assumir a Prefeitura de Santo André, optou abrir da locação de um veículo para o gabinete, suspendendo assim o contrato existente.

O chefe do executivo, afirmou que é inadmissível que a população tenha que arcar com os custos de um veículo utilizado pelo Prefeito. Meu único objetivo, é proporcionar dias melhores e isso passa necessariamente pelo respeito ao dinheiro público e sobretudo ao povo de Santo André.

Arimatea ainda destacou, que o valor de R$: 8.200,00 que era destinado a locação de um veículo Pick-Up cabine dupla antes utilizado pela ex-gestora, Silvana Marinho, agora será revertido em conquistas e benefícios para os Santoandreeenses.

Para mim, a utilização de um veículo pelo Prefeito que já recebe a sua remuneração mensalmente, é a materialização da injustiça e da falta de respeito com aqueles que mais precisam, frisou o gestor.

É necessário que atos dessa natureza sejam extintos, pois o período ao qual vivenciamos nos exige cautela e controle sob dinheiro público. Na minha gestão, essa prática não existirá, relatou o Prefeito Arimatea Porto.

Ascom PMSA

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil