Agências da Caixa são fechadas na Paraíba após funcionários apresentarem suspeita da Covid-19

Oito agências da Caixa Econômica Federal foram fechadas depois que vários empregados apresentaram sintomas da covid-19. Ao menos dez pessoas, entre funcionários e terceirizados, já testaram positivo para a doença, um deles já internado. Entre as agências que foram fechadas na última sexta-feira (15) estão as que ficam localizadas nos bairros: Ernesto Geisel, Trincheiras, Varadouro, Cruz das Armas, Manaíra e Torre, além das cidades Santa Rita e Sapé.

De acordo com o Sindicato dos Bancários da Paraíba, os funcionários foram afastados do trabalho e as agências passarão por um processo de sanitização. Ainda não se sabe quando esses estabelecimentos voltam a funcionar.

Um dos protocolos da Caixa diz que nos casos suspeitos (com apresentação de atestado médico) ou confirmados por exame, o procedimento é afastar imediatamente o empregado e os colegas que tiveram contato com ele, providenciar a sanitização da agência e designar outra equipe para realizar o atendimento.

A entidade já cobrou medidas efetivas para garantir a saúde dos funcionários, juntamente com o Comando Nacional e a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf) como as medidas de trabalho homeoffice, rodízio nos atendimentos e descentralização do pagamento do auxílio emergencial, este último que vem gerado uma série de problemas, já que com a pandemia da Covid-19 e a sobrecarga no atendimento, a população passou a enfrentar longas filas ao redor de agências e casas lotéricas.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB