Açude do Congo recebe mais recarga d’água e já ultrapassa os 90% de sua capacidade

Com as fortes chuvas registradas na região do Cariri paraibano, o Açude Cordeiro, localizado no município do Congo, recebeu uma recarga considerável nas últimas 24 horas e ultrapassou os 90% de sua capacidade total.

Com as chuvas registradas na região do Cariri durante os últimos dias, o manancial teve um aumento de 20 centímetros na lâmina d’água nas últimas 24 horas.

Do mês de janeiro até o momento, o reservatório já aumentou 11,82m de altura em sua recarga de água, faltando apenas 60 centímetros para atingir sua capacidade total.

Em dados colhidos pelo Portal de Olho no Cariri nesta segunda-feira, 30 de março, o açude do Congo chegou a 90,85% da capacidade, representando um volume atual de 63.566.908 m³ de água. O reservatório tem capacidade de armazenar cerca de 69.965.945 m³ (sessenta e nove milhões, novecentos e sessenta e cinco mil, novecentos e quarenta e cinco metros cúbicos de água).

O açude é responsável pelo abastecimento do Congo e de outras cidades da região, sendo um dos maiores reservatórios da região do Cariri.

De Olho no Cariri

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB