Polícias Civil, Militar e Bombeiros deflagram paralisação durante 12h na Paraíba; delegacias serão fechadas

As Polícias Civil, Militar e o Corpo de Bombeiros deflagraram uma paralisação nesta quarta-feira (19), na Paraíba. A paralisação acontece para a realização de uma Assembleia Geral Unificada com o objetivo de discutir um maior percentual de reajuste salarial.

Com a paralisação, as polícias decidiram fechar as delegacias a partir das 12h. As atividades dos servidores da segurança serão suspensas pelo período de 12 horas e serão mantidos apenas os atendimentos de urgência.

Os policiais civis alertam que os registros sejam feitos na Central de Flagrantes a partir das 12h.

Segundo uma nota, divulgada nessa terça-feira (18), o Fórum dos Servidores das Entidades das Polícias Civil, Militar e Bombeiros, informou que há 10 meses tenta dialogar com o Governo e que o governador pediu que o prazo para emitir resposta à proposta das entidades fosse prorrogado para o próximo dia 21, descumprindo acordo que previa uma resposta para esta terça (18).

Já os policiais militares foram orientados a sair do plantão extra e manter a operação padrão.

Confira o documento

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB