Vereador teme que agência do INSS de Serra Branca seja fechada e aciona deputados

Durante reunião interna no INSS, o presidente do órgão, Renato Rodrigues Vieira, anunciou corte de 50% da estrutura administrativa. E isso passa pelo fechamento de unidades de atendimento presencial. A previsão é fechar 500 agências até julho de 2020.

O vereador serra-branquense, Guilherme Gaudêncio (PSB), recebeu, por sua vez, informações de que na Paraíba três agências estariam ameaçadas de fechamento nas cidades de Princesa Isabel, Bonito de Santa Fé e a de Serra Branca. De imediato o parlamentar acionou deputados federais e solicitou que intercedesse pela manutenção destas unidades.

Segundo Guilherme, a deputada federal Edna Henrique de forma ágil já emitiu expediente para o Ministro da Economia, através do Presidente do INSS, atenção para com as agências em questão, pois como estão instaladas em cidades do interior, são bastante utilizadas pela população carente e menos informatizada e por isso se fazem imprescindíveis para a garantia de direitos.

A parlamentar federal destacou que a medida é injusta e estará lutando contra a sua execução. “Estarei aqui para lutar por nosso Estado. Não acho justo ser retirado prestação de serviço para nosso povo, principalmente os que mais necessitam. Nossos idosos, pessoas com problemas de saúde, com deficiência terem seus direitos retirados”, afirmou.

Guilherme pediu ainda união de toda a classe política de Serra Branca e região em defesa da agência do INSS da cidade, que por tanto tempo presta um relevante serviço à população de toda a região.

O presidente do INSS, Renato Rodrigues Vieira, afirmou que a informatização dos trâmites para obtenção dos benefícios da Previdência reduz muito a necessidade de se manter agências espalhadas por todo Brasil e por isso se faz necessário economizar e otimizar os trabalhos do órgão.

De Olho no Cariri

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A Justiça da Paraíba determinou a suspensão da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Serra Branca, no Cariri do estado, em relação ao biênio 2027/2028. O pleito ocorreu em janeiro de 2026 e decisão também suspende a posse dos eleitos.

O juiz Odilson de Moraes considerou a eleição incompatível com a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelece o princípio da contemporaneidade para votação e fixa o mês de outubro do ano anterior ao início do período direto como tempo mínimo para o pleito.

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) pediu a declaração da nulidade absoluta da eleição da Mesa Diretora da Câmara de Serra Branca e determinação da realização de novo pleito em conformidade com a Lei.

Segundo o promotor o promotor Ailton Nunes Melo Filho, a eleição ocorreu aproximadamente um ano antes do período legal, o que contraria a Lei Orgânica do Município e dos parâmetros do STF.

Ainda segundo o MPPB, o órgão chegou a expedir recomendação para a imediata anulação de todos os atos referentes ao pleito antecipado, mas a Câmara Municipal negou o pedido.

A imprensa tentou contato com a Câmara Municipal de Serra Branca, mas até a última atualização desta matéria não obteve retorno.

Com G1 Paraíba