Mesmo com diminuição de FPM e repasses atrasados do Governo Federal, São João do Tigre paga servidores dentro do mês trabalhado

Não há crise e nem dificuldade financeira, que façam com que a gestão do pequeno município de São João do Tigre no Cariri paraibano, deixe de honrar com seus compromissos financeiros e administrativos. Prova disto, é que foi confirmado nesta segunda, dia 30, que mais uma vez a gestão do prefeito Célio Barbosa cumpriu com o compromisso e realizou o pagamento dos servidores públicos municipais dentro do mês trabalhado.

O pagamento em dia apesar de obrigação tem sido uma conquista para as gestões municipais dos pequenos municípios brasileiros, que além de viverem apenas dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios, viu essa cota diminuir drasticamente com a crise nacional. Para completar, o Governo Federal tem atrasado verbas obrigatórias da Assistência Social, obrigando as prefeituras a custearem todas as despesas com programas sociais e ainda manterem suas obrigações em dia.

Com mais esse pagamento dentro do mês, já se registram 7 anos e 09 meses, ou seja, 93 meses que o prefeito Célio prioriza o pagamento dos servidores como forma de respeitar aqueles que se dedicam à população prestando-lhes serviços nas diversas áreas.

“Compromisso cumprido sempre em respeito ao nosso servidor, como forma de mostrar o empenho desta gestão e a certeza de buscar sempre o melhor para nossa cidade”, afirmou o secretário de finanças Márcio Leite.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB