MPF abre inquérito para apurar quedas de energia elétrica em Monteiro

O Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba abriu um inquérito para apurar casos constantes de queda no fornecimento de energia elétrica para a população da cidade de Monteiro, no Cariri paraibano. O documento foi expedido nesta quinta-feira (15) e publicado no Diário Oficial eletrônico do MPF nesta sexta-feira.

Segundo o inquérito, os casos de que da energia constantes começaram a ser registrados no último trimestre do ano de 2018 e tem se estendido pelo ano de 2019. A instauração foi determinada pela promotora de justiça federal, Janaína Andrade de Sousa.

A Energisa, empresa que tem a concessão para o fornecimento de energia elétrica na Paraíba informou que ainda não foi notificada oficialmente pelo MPF, mas que se coloca a disposição para qualquer esclarecimento ao MPF e também à população.

A empresa reconheceu que estão ocorrendo problemas no abastecimento em Monteiro, mas destacou que a região é atendida em forma de concessão por uma empresa de Pernambuco. No procedimento de instauração do inquérito, o MPF determinou que a investigação seja concluída em até um ano.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB