CPCon reforça recomendações a candidatos que farão o concurso de São Domingos do Cariri

A Comissão Permanente de Concursos (CPCon) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) aplica, no próximo domingo (14), as provas escritas objetivas dos concursos públicos das prefeituras municipais de Guarabira, Cuité, Picuí, Nova Palmeira, Nova Floresta, São Domingos do Cariri, Solânea e Itaporanga. Os processos seletivos ofertam vagas nos níveis fundamental, médio/técnico e superior.

Toda a estrutura para realização das avaliações já está montada nas cidades que receberão locais de provas e, para garantir que todo o processo ocorra com tranquilidade, a comissão organizadora reforça aos candidatos as recomendações contidas nos editais para o dia do certame. Conforme a CPCon, é importante que os candidatos sejam pontuais, uma vez que não será permitida, em nenhuma hipótese, a entrada de candidatos ao local de prova após o fechamento dos portões.

No próximo domingo, os portões dos locais de prova serão abertos, pela manhã, às 6h45 e fechados às 7h45. À tarde, os portões serão abertos às 13h15 e fechados às 14h15. O candidato que se mantiver em uso ou posse de relógios de quaisquer tipos, bonés, lenços e qualquer tipo de aparelho eletrônico ou de comunicação (bip, telefone celular, caneta ou lápis não transparente, walkman, agenda eletrônica, notebook, palmtop, receptor, gravador ou outros equipamentos similares) bem como protetores auriculares, no interior da sala de aplicação da prova ou em qualquer local do setor da prova no horário de aplicação da mesma, será eliminado do processo.

O candidato deve comparecer ao local da prova munido de documento oficial com foto, caneta esferográfica de material transparente e tinta preta ou azul, lápis preto nº 2 e borracha. Os fiscais de sala entregarão um saco plástico com lacre para colocação dos pertences dos candidatos. Este saco plástico, após lacrado, somente poderá ser aberto pelo candidato fora do setor de prova. Aquele que abrir o saco plástico no interior do local de prova será automaticamente eliminado, bem como o candidato cujo aparelho celular ou outro qualquer equipamento soar alarme ou algum toque de chamada no interior da sala, corredores, banheiros ou em qualquer ambiente do setor de provas, onde a prova está sendo aplicada.

A aplicação das provas terá quatro horas de duração. Pela manhã, será iniciada às 8h, com término às 12h. No período da tarde, a aplicação terá início às 14h30 e segue até 18h30. Os candidatos poderão sair do local de prova após duas horas do início da aplicação do exame. Não será permitido ao candidato sair com o caderno de provas. Ele poderá levar apenas a folha de gabarito disponibilizada pela CPCon. Os locais de provas e demais detalhes dos concursos que acontecem no próximo domingo podem ser conferidos no site https://cpcon.uepb.edu.br/.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri