São João de Monteiro foi o mais tranquilo dos últimos 10 anos

A prefeita de Monteiro, Anna Lorena, recebeu com alegria, a informação sobre o balanço das ocorrências policiais registradas durante as comemorações dos festejos juninos que tiveram início no dia 08 de junho, com o Festival de Quadrilhas, sendo finalizado no último dia 29 de junho no Sítio São Francisco.

As informações foram repassadas pela 14ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, chefiada pelo Delegado de Polícia Civil, Dr. Cristiano Santana. Segundo os dados da Secretaria da Segurança e da Defesa Social da Paraíba – SEDS, em relação ao mesmo período de 2018, houve uma redução de quase 70% no registro de Crimes Violentos Letais Intencionais – CVLI, onde são contabilizadas as ocorrências de homicídio doloso, latrocínio e lesão corporal seguida de morte.

Ao tempo em que Anna Lorena agradeceu o apoio das Polícias Civil e Militar, Dr. Cristiano Santana agradeceu o apoio e suporte, logístico e operacional da Prefeitura para os policiais que estiveram de plantão, além das instalações da Central de Monitoramento Eletrônico, sob a coordenação do comando da Polícia Militar que facilitou o trabalho das Polícias.

Ascom PMM

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri