Marília Mendonça encerra o São João de Campina Grande neste domingo

A cantora sertaneja Marília Mendonça encerra, na noite deste domingo (7), o São João 2019 de Campina Grande, no Parque do Povo. Além dela, a última noite da 36ª edição do Maior São João do Mundo conta também com shows de Maria Clara, Matheus Fernandes, Niedson Lua, Ranniery Gomes e Tony Dumond.

Será a segunda vez de Marília Mendonça no São João de Campina Grande. A primeira vez que a cantora sertaneja se apresentou na festa junina foi em 2017. A cantora, que está grávida do primeiro filho, é dona de sucessos como “Todo Mundo Vai Sofrer”, “Bem Pior Que Eu”, “Ciumeira”, “Sem Sal”, “Passa Mal”, “Estranho” e “Infiel”.

Do dia 7 de junho a 7 de julho, várias atrações de renome nacional subiram ao palco do Parque do Povo, entre eles Léo Santana, Mateus & Kauan, Gusttavo Lima, Alceu Valença e Wesley Safadão.

A cantora paraibana Elba Ramalho foi a grande homenageada festa que, no dia 23 de junho, véspera do São João, fez a gravação de um DVD com a participação de convidados especiais.  Já o palco principal da festa, localizado na arena de shows do Parque do Povo, este ano homenageou o centenário do cantor e compositor paraibano Jackson do Pandeiro.

No último dia 30 de junho, o palco principal da festa ainda fez uma homenagem ao cantor Gabriel Diniz, morto em uma queda de avião em maio deste ano.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri