Wesley Safadão é a principal atração neste sábado no São João de Campina Grande

Wesley Safadão faz show no São João 2019 de Campina Grande neste sábado (6), no palco principal da festa, que acontece no Parque do Povo e vai este domingo, 7 de julho. Além do artista, a noite conta ainda com shows dos cantores Hugo Lima e Eric Land, da banda Donas da Farra e do Forró Coco Seco.

Conforme a assessoria da Medow Promo, empresa que organiza o evento, as atrações no palco principal, localizado na arena de shows da festa, começam a partir das 19h30, com o show de Hugo Lima. Em seguida, às 20h45, a animação do público fica por conta do Forró Coco Seco. Já às 22h15, a banda Donas da Farra sobe ao palco. O cantor Eric Leandro se apresenta às 23h45.

Para encerrar, Wesley Safadão canta à 1h15.

Horários dos shows no Parque do Povo neste sábado:

19h30 – Hugo Lima
20h45 – Forró Coco Seco
22h15 – Donas da Farra
23h45 – Eric Leandro
1h15 – Wesley Safadão

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri