Prefeitura de Gurjão intensifica ações preparatórias para a 20ª edição do Bode na Rua

A coordenação da 20ª edição do Bode na Rua entrou o mês do evento com todo no foco nas melhores ações para expandir ainda mais o evento que acontecerá na cidade de 19 a 21 de julho.

Além de uma mídia voltada para redes sociais , a equipe de mídia do evento está expandido as divulgações em rádios e TV além da região do cariri também em Campina Grande e João Pessoa , visitando as mesmas mostrando a parte técnica como também a parte festiva do evento.

O Bode na Rua também tem sua equipe de panfletagem onde ainda no mês de junho estiveram nas cidade de Cabaceiras , Campina Grande , Monteiro e nesta semana intensifica nos hotéis de Campina Grande e João Pessoa.

O Prefeito Ronaldo Queiroz também está com uma vasta agenda visando a melhoria do evento , alem de firmar acordos com empresas para exposição de marcas no evento o Prefeito tem agenda em emissoras de TV nestas semanas que antecedem o evento.

Com Ascom PMG

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri