Mano Walter e Saia Rodada são as principais atrações do São João de Campina Grande nesta sexta

O cantor Mano Walter e a banda Saia Rodada são as principais atrações do São João de Campina Grande, nesta sexta-feira (5). Além deles, também se apresentam no palco principal do Parque do Povo, os cantores Giannini Alencar, Pedro Lucas e da banda Forró D2.

As apresentações começam a partir das 20h, com o show do cantor Pedro Lucas. Em seguida, às 21h30, a banda Forró D2 sobe ao palco. Já às 22h45, a animação do público fica por conta de Giannini Alencar. Mano Walter canta às 0h15 e, para encerrar, a banda Saia Rodada se apresenta à 1h45.

A programação na Vila Junina desta sexta-feira (5), terá shows de Rai Bezerra e da banda Levada Mix. Os shows na Vila Junina são gratuitos e no espaço também vão acontecer apresentações de quadrilhas e grupos regionais. O local ainda conta com vila gastronômica de comidas típicas.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri