Prefeita Inara Marinho assina ordem de serviço para construção de dois dessalinizadores na zona rural de SDC

A prefeita Inara Marinho, o vice-prefeito Onildo Lindemberg, vereadores aliados e alguns secretários estiveram na manhã desta quarta-feira (03) nas comunidades rurais de Pau Ferro e Porteiras.

A gestora esteve acompanhada do coordenador estadual do programa Água Doce, Robi Tabolka, assinando a ordem de serviço para construção de dois Dessalinizadores nas comunidades.

A obra foi conquistada pela gestão da prefeita Inara Marinho, que fez parceria com o PROCASE para a implantação dos sistemas de abastecimento. Segundo a prefeita Inara, daqui a 60 dias a obra estará pronta e sua equipe voltará com o Governo do Estado para entregar a benfeitoria à população.

 

“Estamos deixando nosso município quase que 100% com abastecimento de água em suas casas. É dignidade para nossa gente e é mais um compromisso de nossa gestão com a população que reside na zona rural”, comemorou Inara Marinho.

De Olho no Cariri

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri