Edna Henrique diz não à aposentadoria especial para deputados na Câmara Federal

A deputada federal Edna Henrique (PSDB) usou suas redes sociais nesta terça-feira (02) para informar que abriu mão do regime de aposentadoria especial para parlamentares e ex-parlamentares do Congresso.

Em ofício encaminhado à diretoria geral da Câmara dos Deputados, a parlamentar paraibana afirma que a sua decisão de não aderir ao Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC) é “irrevogável”.

Ao fazer essa opção, Edna Henrique continua a contribuir mensalmente sobre o limite do teto do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e, irá se aposentar como todo trabalhador.

“No cenário atual de reforma da previdência, todos temos que dar a nossa contribuição com ações e atitudes que possibilitem um futuro melhor para a nossa gente. Aceitar um privilégio de receber acima do teto, é uma ofensa à população. Dizer não à aposentadoria especial da Câmara dos Deputados é dizer sim ao Brasil. Vamos em frente com fé em Deus”, pontuou a deputada.

O valor da contribuição paga pela Câmara para o Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC) é igual ao pago pelo deputado (11% do valor do subsídio), segundo a Lei 9.506/97, art. 12, II. Quando o deputado opta por contribuir para o INSS, a Câmara paga R$ 7.427,86, o que corresponde a 22% do subsídio parlamentar, conforme regra do regime geral da previdência.

Com Ascom

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri