Mais de 2,5 mil pessoas participam de ato em defesa de Moro e da Lava Jato, em João Pessoa

Mais de 2.500 pessoas se reuniram na orla de João Pessoa para declarar apoio ao ministro da Justiça Sérgio Moro e à Operação Lava Jato, de acordo com informações do Movimento Renovação Patriótica. O ato público aconteceu neste domingo (30), no Busto de Tamandaré, no bairro de Tambaú.

Os manifestantes de direita se concentraram ao lado do Pão de Açúçar da Avenida Epitácio Pessoa, às 16h, e saíram em direção ao Busto de Tamandaré às 18h, ainda segundo relatou ao ClickPB um dirigente do Movimento Renovação Patriótica.

O ato foi encerrado às 19h. Os participantes fizeram adesivagem em veículos.

O protesto de apoio ao ministro surge após Moro ser questionado pelos diálogos com o procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, através dos quais ele é acusado de interferir na operação enquanto era juiz. Moro nega interferência e questiona a autenticidade das conversas de Telegram vazadas pelo site The Intercept Brasil.

Com Click PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri