Cidade de Boa Vista supera todos os índices e média nacional na gestão de programas federais

O trabalho desenvolvido nos setores de educação, saúde e assistência social em Boa Vista, região metropolitana de Campina Grande, é novamente destaque e agora supera a média nacional no Índice de Gestão Decentralizada do SUAS. O indicador mostra a qualidade da gestão local.

O Índice de Gestão Decentralizada do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) foi desenvolvido pelo Ministério da Cidadania para demonstrar a qualidade da gestão do Programa Bolsa Família e do Cadastro Único e no atendimento aos compromissos assumidos entre o município e o Governo Federal, por exemplo.

Através de um trabalho intersetorial das Secretarias Municipais de Saúde, Educação e de Assistência Social e Desenvolvimento Humano, a administração municipal de Boa Vista cumpriu todas as condicionalidades pactuadas entre a prefeitura e o Ministério da Cidadania. Das crianças e adolescentes, cujas famílias são beneficiárias do programa, 96,21% estão matriculadas e frequentando as aulas, superior a média nacional.

Para o prefeito, esse índice demonstra que a gestão está no caminho certo. “Isso é fruto de um trabalho muito bem realizado, de uma união de esforços e do compromisso com o povo. Boa Vista é destaque e agora confirma-se nos números, o que irá assegurar diversas ações já que batemos todas as metas e superamos todos os índices” alegra-se André Gomes (PDT).

O município superou todas as condicionalidades, exigências para que as famílias recebam o benefício e de fundamental importância para a manutenção do programa. O Ministério da Cidadania considerou o “acompanhamento da agenda de saúde muito bom” em Boa Vista, sendo 97,41% dos beneficiários acompanhados nos serviços públicos em comparação à média nacional de 77,15%.

O secretário municipal de Assistência Social e Desenvolvimento Humano considera que “as ações tem se destacado amplamente, asseguramos a Lei Municipal do SUAS, o CRAS itinerante percorrendo as comunidades rurais e todas os projetos no município são neste sentido, de ampliar o acesso e atender a todos indistintamente, revela Herbert Vagner.

No relatório apresentado, a Secretaria Nacional de Renda e Cidadania considerou que o município planeja bem as ações, elegendo em conjunto as prioridades e decidindo sobre como e onde devem ser aplicados os recursos na gestão do Cadastro Único e do Bolsa Família.

Com Ascom PMBV

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri