Projeto obriga exames psicológicos de monitores de creches, escolas maternais e berçários públicos e privados

Um projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) obriga creches, berçários, escolas maternais e similares da rede pública e privada a submeterem monitores, professores e demais funcionários que tenham contato direto com alunos a exames psicológicos periódicos. A propositura é do presidente da Assembleia, deputado Adriano Galdino.

O projeto foi aprovado no último dia 18 de junho e o governador João Azevêdo tem prazo até o dia 15 de julho para sancionar ou vetar.

De acordo com o deputado Adriano Galdino, o objetivo de criar uma lei com essa obrigatoriedade é proteger as crianças de agressões por parte de professores e monitores. “A avaliação psicológica desses profissionais será capaz de identificar interferências emocionais e estruturais que podem trazer prejuízos ao desempenho do trabalho”, justifica o parlamentar.

Caso sancionada sem vetos pelo governador, a Lei entra em vigor em toda a Paraíba.

Veja a íntegra do projeto de lei de autoria do deputado Adriano Galdino

Com Click PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri