Segundo dia de atrações do São João de Monteiro lota praça de eventos

As atrações do São João de Monteiro – Uma Festa Cada Vez Melhor, continua no segundo dia arrastando uma multidão para as ruas do centro da cidade.

Atividades diurnas, como o Busão do Forró, fizeram a alegria de monteirenses e turistas que já começaram a aquecer o dia com um bom forró pé de serra passeando pelas ruas de Monteiro. Já o Sítio São Francisco, como sempre, um grande sucesso de público para ver o Trio Pé de Serra, Gente Boa e Tonny Lucco.

Devidamente preparados, centenas de forrozeiros fizeram bonito cantando e dançando com Jonas Esticado, Dejinha de Monteiro, Fabiana Souto e Forró + Eu.

“É o segundo dia e já curti que parece que estou aqui há uma semana. Parabéns aos idealizadores desta grande Festa. Mesmo que a gente queira não dá pra ficar parado, é forró o dia todo e a noite toda. Haja resistência!”, comenta o turista Arthur Moreira, de Recife.

E o forró não para, na noite deste domingo se apresentam no Parque de Eventos Zabé da Loca, Jorge de Altinho, Banda Encantu’s, Matheus Fernandes e Neno.

Com Ascom PMM

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri