Jonas Esticado e Dejinha de Monteiro são atrações no São João de Monteiro deste sábado

No segundo dia de shows o São João de Monteiro 2019 começou com o pé direito com o empoderamento feminino dos shows das cantoras Solange Almeida e Sâmia Maya abrindo a festa nesta sexta-feira (21/06) na praça de eventos Zabé da Loca.
 
Para este sábado a prefeitura preparou uma super programação para os monteirenses e turistas que vão desde o sítio São Francisco que esta localizado ao lado do mercado público de monteiro a arena de shows da cidade forró.
 
Confira a programação:
 
Dia 22 – Sábado
 
16 HORAS – Trio Pé de Serra
 
18 HORAS – Forró Gente Boa
 
19:30 – Tonny Lucco
 
22:00– Jonas Esticado, Dejinha de Monteiro, Fabiana Souto e Forró Mais Eu
 
Dia 23 – Domingo
 
16 HORAS – Trio Pé de Serra
 
18 HORAS – AMIGOS DE MONTEIRO (Nanado, Ulisses, Marcone e Edilson)
 
19:30 – Ragner Vox
 
22:00 – Jorge de Altinho, Mateus Fernandes Banda Encantos e Adriano Silva
 
Dia 24 – Segunda-feira
 
16:00 HORAS – Trio Pé de Serra
 
18:00 HORAS – FORRÓ KENT
 
19:30 – Vavá Dias
 
22:00 – Marcia Felipe, Edson Lima, Neno e Niedson Lua.
 
Dia 25 – Terça-feira
 
16:00 HORAS – Trio Pé de Serra
 
18:00 HORAS – M W Show
 
22:00 – Wesley Safadão, Walkyria Santos, Fabiano Guimarães e Xodó do Cariri.
 
Dia 26 – Quarta-feira
 
16 HORAS – Trio Pé de Serra
 
18 HORAS – Amor Falso
 
Dia 27 – Quinta-feira
 
16 HORAS – Trio Pé de Serra
 
17 HORAS – Casamento Comunitário
 
18 HORAS – Forró do Candeeiro
 
19:30 – Patrões do Forró

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri