TV Paraíba demite apresentador, repórter e mais seis profissionais; encerram JPB1 e Globo Esporte de CG

A TV Paraíba demitiu o apresentador e repórter Marcos Vasconcelos e a repórter  Larissa Fernandes, além de outros seis profissionais entre editores de texto e de imagem e cinegrafistas. Com os cortes, o JPB1 e o Globo Esporte PB terão edição em rede estadual, ou seja, não terão mais transmissões específicas para Campina Grande e região coberta pela TV Paraíba.

A informação dão conta é de que a emissora alegou “decisões empresariais” para os cortes.

Fica mantido somente o JPB2, com Carlos Siqueira, em Campina Grande. Enquanto que, na Capital, o JPB2 é com Larissa Pereira. Isso quer dizer que apenas um telejornal será produzido pela TV Paraíba.

O Bom Dia Paraíba e Paraíba Comunidade já têm edições para todo o Estado. Ainda houve uma participação de Waléria Assunção, no estúdio de Campina Grande, coapresentando o Bom Dia PB com Patrícia Rocha. Mas o telejornal voltou a ser transmitido somente do estúdio da TV Cabo Branco, na Capital, desde 2016.

O JPB1 e JPB2 dos sábados têm tido edições em rede estadual já há algum tempo. Agora, a decisão atinge as transmissões ao longo da semana do JPB1 e GEPB.

A apresentadora do JPB1 em Campina, Denise Delmiro, continuará na emissora como repórter.

Informações com Click PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri