MDR se pronuncia e explica falta de bombeamento no eixo leste da Transposição

O coordenador Geral da Secretaria Nacional do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR) Rafael Silveira, presente na audiência da Câmara de vereadores, falou em entrevista nesta quarta-feira, 19, sobre a suspensão do bombeamento do eixo leste da transposição do Rio São Francisco, que leva água ao açude Epitácio Pessoa, e afirmou sobre a importância da intervenção do estado na segurança hídrica.

O coordenador falou sobre a suspensão do bombeamento e informou que técnicos já têm trabalhado na resolução de problemas que impedem a liberação do bombeamento.

– Fomos notificados pela Agência Nacional de Águas, sobre a barragem de Cacimba Nova, em Sertânia (PE). Essa barragem está com um problema de vazamento na fundação dela. Então como estamos na fase de pré-operação, na fase de testes, estamos trabalhando para resolver esse problema de operação – explicou

Ainda durante a entrevista, o coordenador ressaltou que a transposição é uma alternativa para segurança hídrica dos estados, mas que cabe à gestão hídrica destes definir qual a melhor forma de gerir os recursos.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri