Pelo segundo ano consecutivo, Prefeitura de Sumé investe em segurança e saúde nas festas juninas

O São João de Sumé, que vem acontecendo desde o dia 15 de junho, além de contar com muito forró e animação, tem possibilitado também às pessoas que comparecem ao evento, segurança e tranquilidade.

Os investimentos feitos pela Prefeitura contam com câmeras de alta definição, equipe de segurança privada e bombeiros civis, tudo respaldado com laudo de autorização de evento, emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar, mostrando que o local está adequado às normas.

O prefeito Éden Duarte faz questão de contar com o apoio da Polícia Militar para garantir mais segurança à população. Os policiais ficam distribuídos em vários pontos da praça José Américo durante os festejos.

Também pensando no bem-estar do público presente, a Prefeitura, através da Secretaria de Saúde, disponibiliza uma equipe do Samu nas noites de grandes atrações. A ambulância fica a postos com os profissionais para atender a população e socorrer quando for preciso.

No próximo final de semana, os shows no palco principal continuam, trazendo  Gente Boa, Flávio Leandro, Dejinha de Monteiro, Irah Caldeira, Os Gonzagas e Forró Kent.

Com Ascom PMS

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri