Câmara de Taperoá mantém decisão do TCE e aprova contas do prefeito Jurandi Gouveia

Na noite desta sexta feira (14), a Câmara Municipal de Taperoá manteve o parecer do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE/PB) e aprovou as contas do prefeito Jurandi Gouveia (MDB), referentes ao ano de 2015.

Por 6 votos a 1, as contas do prefeito Jurandi Gouveia (MDB), foram aprovadas pela ampla maioria da Câmara Legislativa.

O prefeito tinha tido o parecer favorável a aprovação de suas contas, referentes ao exercício de 2015, durante a sessão plenária do TCE. Os vereadores apreciaram o parecer do Tribunal de Contas e votaram pela aprovação das contas do prefeito.

O prefeito Jurandi Gouveia, que tem trabalhado em todas as áreas do município, agradeceu em suas redes sociais. “Fico feliz e aproveito para agradecer a todos os vereadores pelo posicionamento favorável as contas de uma gestão que vem trabalhando muito por nosso município.” Disse o prefeito.

De Olho no Cariri

Informações Toinho Patativa

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri