Waldonys e Kátia Cilene embalam forrozeiros neste final de semana no ‘São João Tradição’ em Sumé

Neste final de semana, Sumé promete atrair um grande público da região e de outras cidades para as festas juninas do município que começaram nesta sexta-feira (14), abrindo com a 2ª edição da Namoradrilha com os cantores Filipe Warley e Ramon Schnayder.

Este sábado e domingo, são esperadas grandes atrações, que são os cantores Waldonys, Forró D2, Adriano Silva e Kátia Cilene, que trazem em seus repertórios muito forró de qualidade para animar os forrozeiros.

Repetindo o sucesso do São João do ano passado, mais uma vez o cantor Waldonys se apresenta em Sumé, trazendo em seu trabalho o amor às raízes nordestinas.

A cantora Kátia Cilene, ex vocalista da banda Mastruz com Leite, vai animar a noite fazendo o público recordar o forró romântico dos anos 90, com canções como, Meu Vaqueiro Meu Peão, Meu Ex e Eu te amei como nunca ninguém te amou.

A programação do São João de Sumé segue na segunda-feira (17), no Arraial Zé Marcolino com os trios de forró pé de serra. A programação do palco principal volta na sexta-feira (21), encerrando-se no domingo (23).

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri