MPF divulga resultado de concurso de estágio em Letras com vagas para Monteiro

O Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba divulgou nesta quinta-feira (13) a lista dos candidatos aprovados nas provas objetivas do processo seletivo público para estágio nas áreas de Gestão Pública, Ciências Contábeis, Informática, Jornalismo e Publicidade (João Pessoa), além de Letras (Monteiro). Os candidatos têm prazo recursal de dois dias.

Para Jornalismo e Publicidade, ainda serão corrigidas as provas subjetivas.

Confira o resultado (João Pessoa) – Edital 13/2019
Confira o resultado (Monteiro) – Edital 14/2019

Mais informações no Núcleo de Gestão de Pessoas do MPF/PB: (83) 3044-6268 e prpb-nugep@mpf.mp.br

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri