Explosão atinge prédio na Muzema e deixa caririzeiro em estado grave

Um prédio na Muzema, no Itanhangá, Zona Oeste, foi atingido por uma explosão na tarde desta terça-feira (11). Bombeiros do quartel da Barra da Tijuca foram acionados por volta das 14h.

Segundo testemunhas, um morador teria se jogado da sacada do prédio para fugir do fogo. Identificado como Ivson Guilherme Ferreira, o homem que é natural de São José dos Cordeiros no Cariri Paraibano e conhecido popularmente como “Fuba” foi levado de helicóptero dos Bombeiros para o Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, o estado de saúde da vítima era gravíssimo por volta das 18h.

Em abril deste ano, dois prédios desabaram na Muzema, deixando 24 pessoas mortas e feridos. De acordo com a Prefeitura, os imóveis foram construídos por milicianos.

Com G1 – Informações Paraíba Mix

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri