Zezo é a principal atração do São João de Campina Grande no Dia dos Namorados

O cantor Zezo é a principal atração do São João de Campina Grande, nesta quarta-feira (12), Dia dos Namorados. Também se apresentam no palco principal Alexandre Tan, Fabiana e Forró das Antigas, e Lynnkonl Ranier.

As atrações  começam a se apresentar a partit das 20h. Fabiana e Forró das Antigas é a primeira atração a subir ao palco. Logo em seguida é a vez de Alexandre Tan.

Às 23h40, Zezo sobe ao palco. A última atração da noite, a partir de 1h30, é o cantor Lynnkonl Ranier.

Já na Vila Junina terá apresentações do Trio Forró Legal e Banda Nicássia Brasil. Este ano a festa acontece em um novo espaço montado ao lado da Estação Velha, no Centro da cidade.

Os shows na Vila Junina são gratuitos e no espaço também vão acontecer apresentações de quadrilhas e grupos regionais. O local ainda conta com vila gastronômica de comidas típicas. O “Maior São João do Mundo”este ano acontece até o dia 7 de julho.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri