MATANÇA DE ANIMAIS: Mais de 30 cães amanheceram envenenados em cidade da Paraíba

Os moradores de Santana de Mangueira, cidade do Vale do Piancó da Paraíba, denunciaram hoje nas redes sociais o envenenamento de mais de 30 cães nos últimos dias naquela cidade. A matança deixou todos moradores assustados, já que episódios de envenenamento em massa assim jamais aconteceu no município.

Todos os animais com sinais de envenenamento foram encontrados nas ruas da cidade. A PM pede que se alguém tiver pistas sobre quem cometeu o crime entrar em contato com destacamento da cidade. Outra orientação da polícia é que os donos de animais registrem boletim de ocorrência.

Envenenar animais é crime, com pena prevista em lei.. O artigo 32 da lei  federal 9.605, de 2018, determina pena de detenção, de três meses a um ano, e multa para quem pratica ato de abuso, maus-tratos, fere ou mutila animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.

Em 2018 uma matança de cães na cidade de Igaracy, Sertão da Paraíba, provocou uma onda de revolta entre moradores de todo o estado e, agora, do Brasil, após a repercussão do fato nas redes sociais.

Segundo informações colhidas pelo Ministério Público Estadual da Paraíba, 31 cães foram recolhidos das ruas da cidade e foram mortos a pauladas, como “medida de contenção sanitária”.

Com Click PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri