Presidente da OAB critica elevado número de cursos de Direito na PB

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Paraíba (OAB-PB), Paulo Maia, criticou a quantidade de cursos de graduação em Direito nas universidades atualmente. O desabafo foi feito nas redes sociais, nessa quarta-feira (05), em um texto onde o advogado vê a ‘criação indiscriminada e irresponsável’ de cursos jurídicos.

A foto compartilhada por Paulo mostra um homem ao lado de uma placa, que diz: “Preciso de emprego, sou formado em Direito, tenho carteira da OAB, experiência na área jurídica e administrativa. Por favor, me dê uma oportunidade”.

“Esse é um dos lamentáveis efeitos da criação indiscriminada e irresponsável de cursos jurídicos e da ampliação de vagas nos cursos de graduação em Direito”, comenta o advogado sobre a imagem.

Maia diz receber constantemente pedidos de oportunidade de trabalho, vindos de colegas que estão desempregados mas afirma não ter como ajudá-los. No mesmo texto, ele reconhece que não há vagas para todos, mas estimula que os profissionais não desistam dos seus objetivos.

“Iniciar sempre é difícil e hoje está mais ainda, mas nunca foi fácil para ninguém. O importante é, certo de sua vocação, não desistir nunca que a nossa hora chegará”, finalizou.

Com Mais PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri