Presidente da Câmara de São João do Cariri antecipa pagamento da primeira parcela do 13º salário

O presidente da Câmara de Municipal de São João do Cariri, vereador Alberto Gaudêncio de Queirós, antecipou nesta segunda-feira (03/06) o pagamento da primeira parcela do 13º salário dos funcionários efetivos e comissionados do Poder Legislativo Municipal.

De acordo com o presidente Beto Gaudêncio, a antecipação do benefício foi possível graças a contenção de gastos realizada desde o começo de sua gestão. “Fizemos um bom planejamento e temos colhido bons resultados por isso. A antecipação do décimo possibilita ao servidor se planejar para as compras para o período de São João, injetando o capital e a aquecendo a economia em nosso município”, destacou o presidente.

O parlamentar tem recebido vários elogios dos colegas vereadores e servidores da Casa, além da população sãojoense, pela seriedade e comprometimento com o servidor e frente a eficácia de sua gestão na condução do Poder Legislativo.

Ascom CMSJC

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri