Homem morre eletrocutado na cidade do Congo

Nesta quinta-feira, dia 30, uma tragédia causou a morte de um homem na cidade do Congo, Cariri da Paraíba. Um homem identificado por Irandir José de Melo, de 44 anos, pertencente a cidade de Jataúba no Pernambuco, foi retirar uma rede de pesca em um rio da cidade e acabou sendo eletrocutado e vindo a óbito no manancial.

Segundo informações,  o pescador teria recebido uma descarga elétrica, após encostar em uma cerca de arame nas margens do rio. Após isso, ele teria ficado desacordado e pode ter morrido afogado, porém, a confirmação se a morte foi em função da descarga ou por afogamento, será confirmada pelo IML para onde o corpo foi encaminhado.

De Olho no Cariri

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

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