Prefeito Ronaldo Queiroz tem contas de 2016 aprovadas pelo TCE-PB

O Pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) aprovou na manhã desta quarta-feira (15) as contas da Prefeitura de Gurjão referentes ao ano de 2016, com essa aprovação já são 4 contas aprovadas pelo gestor Ronaldo Queiroz.

Foi a quarta aprovação consecutiva das contas do gestor municipal, que soma em seu histórico a aprovação das contas de 2013, 2014, 2015 e 2016 relativas ao seu primeiro mandato.

O prefeito Ronaldo Queiroz declarou estar bastante feliz com mais esta decisão e disse que as aprovações consecutivas de suas contas são reflexos do compromisso da equipe administrativa, sempre empenhada em fazer uma gestão financeira eficiente, com planejamento e rigor no controle dos gastos públicos. A política de austeridade e controle rigoroso das contas públicas é apontada como a principal responsável pelo sucesso da gestão municipal junto ao Tribunal de Contas do Estado.

Conforme o posicionamento do tribunal, o município cumpriu e atingiu todos os índices e exigências constitucionais analisados. O parecer favorável pela aprovação das contas de 2016 do município será publicado em breve em acordão pelo TCE e, posteriormente, encaminhado para a Câmara de Gurjão para apreciação pelos vereadores do município.

Com Ascom

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil