Pela primeira vez, Brasil terá política de ações de vigilância em saúde

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Pela primeira vez, o Brasil terá um documento norteador do planejamento das ações de vigilância em saúde, com definições claras de responsabilidades, princípios, diretrizes e estratégias. O Conselho Nacional de Saúde aprovou, por unanimidade, a Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS).

A criação da política, de acordo com o Ministério da Saúde, é resultado de propostas apresentadas na Conferência Nacional de Vigilância em Saúde, que ocorreu entre os dias 27 de fevereiro e 2 de março, formuladas por acadêmicos, especialistas, conselheiros de saúde, trabalhadores, usuários e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS).

O documento, aprovado nessa quinta-feira (12), prevê a garantia do financiamento das ações da vigilância em saúde, de forma tripartite, com recursos e tecnologias necessários ao cumprimento do papel institucional das três esferas. “A PNVS está centrada no direito à proteção da saúde e alicerçada no SUS público e de qualidade”, informou o ministério.

Entre os avanços citados pela pasta está a promoção do controle social e da formação e capacitação em vigilância para os profissionais de saúde do SUS e o desenvolvimento de estratégias e ações de educação, comunicação e mobilização social.

Vigilância em saúde

A vigilância em saúde é responsável por ações de vigilância, prevenção e controle de doenças transmissíveis, pela vigilância de fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, saúde ambiental e do trabalhador e também pela análise de situação de saúde da população brasileira.

Com Agência Brasil

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A Prefeitura de Boa Vista, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realiza, nesta quinta-feira (24), o VI Seminário da Educação Infantil, reunindo profissionais da área em um dia de formação, troca de experiências e fortalecimento das práticas pedagógicas desenvolvidas na rede municipal. Nesta edição, o evento terá como tema “A primeira infância e o Direito de Aprender: Educação Infantil como política de desenvolvimento integral”.

O seminário integra as ações de formação e fortalecimento da Educação Infantil desenvolvidas pelo município, etapa cuja oferta está entre as competências da Secretaria Municipal de Educação.  A iniciativa também está alinhada ao trabalho de formação continuada dos profissionais e de aprimoramento das práticas pedagógicas previsto no planejamento educacional do município. 

O VI Seminário reforça a proposta de colocar a primeira infância no centro das discussões educacionais, reconhecendo a Educação Infantil como etapa fundamental para assegurar às crianças oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento integral.

Com Ascom