11º Batalhão da PM inicia curso para ROTAM em Sumé

O comando do 11º Batalhão de Polícia Militar (Monteiro-PB), através do Núcleo de Aperfeiçoamento de Praças (NUFAP), sediado na cidade de Sumé-PB, realizou na manhã de hoje (12), a abertura oficial do Curso EOTAM – Estágio de Operações Táticas e com apoio de Motocicletas, na sala de aula do NUFAP. Prestigiaram a solenidade os policiais militares e o Juiz de Direito da Comarca de Sumé-PB.

O Curso está sendo ministrado no Núcleo de Aperfeiçoamento de Praças, em Sumé, terá duração de 15 dias e envolverá, inicialmente, 27 (vinte e sete) policiais militares das cidades do Cariri Ocidental e de outras cidades que fazem parte do Comando de Policiamento Regional 1.

Os instrutores e monitores são policiais militares locais e da Capital Paraibana, sob a Coordenação do Capitão PM Alisson, o objetivo do curso é aperfeiçoar as técnicas de incursões em locais críticos e de difícil acesso, graças a mobilidade e praticidade que as motocicletas oferecem.

De acordo com o Tenente-Coronel Simão: “Os militares estão sendo capacitados para reforçar o policiamento ostensivo preventivo com motocicletas (ROTAM) visando um maior dinamismo ao patrulhamento motorizado, em razão da versatilidade e mobilidade das motocicletas aliadas às novas técnicas, táticas e à uma comunicação eficiente através de uma presença ostensiva e constante.” Ele ainda explicou que o motopatrulhamento funcionará para desestimular a ação de criminosos nas práticas de crimes como roubo e furto de veículos, de sequestros, transporte de armas, tóxicos ou outros materiais empregados em crimes ou contravenção, de forma a promover a segurança pública.

 

Com Ascom

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB