Botijão de gás de cozinha deve ter reajuste de 53,8%


Se o consumidor pensa que vai pagar R$ 65 no botijão de gás de 13 quilos por muito tempo, está enganado. O preço, que já é absurdo e abusivo, pode chegar a R$ 100 até o final do ano, um aumento de R$ 35, o que equivale a 53,8% de reajuste.

A notícia é do Sindicato dos Revendedores de Combustíveis de Campina Grande. De acordo com o presidente do setor, Bruno Agra, a escalada de preço posta pelo governo federal está bem acima da inflação.

– Já houve um reajuste de 20% no preço do gás de cozinha no início de setembro. É um reajuste que nunca se viu. Se especula que até o final do ano o preço chegue até R$ 100. Eles alegam que não houve reajuste por muito tempo e agora vai ter que repassar – contou.

Ainda de acordo com Bruno, os revendedores vão ter que negociar com as distribuidoras, pois houve redução no consumo e há muitos clandestinos atuando no setor, porém o aumento é iminente.

 

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB