Serra-branquense morre em tiroteio da polícia com criminoso no Rio de Janeiro

Um serra-branquense que morava no Rio de Janeiro foi vítima de um assalto seguido de perseguição policial e acabou morrendo com uma bala perdida. Trata-se de Dedé de Dulce, que nasceu e morou boa parte de sua vida no bairro do Pilão em Serra Branca e aqui tem vários familiares. Segundo informações divulgadas pela filial da Rede Globo no Rio de Janeiro, tudo começou quando dois criminosos tentaram assaltar um bar no Flamengo, Zona Sul do Rio. A ação foi percebida por um segurança que trabalhava em loja vizinha que passou a perseguir os bandidos com apoio da polícia militar. O assalto ocorreu no último domingo (03).

Um dos criminosos bateu no carro em que estava e saiu pela avenida a procura de assaltar outro para a fuga. Foi aí que o serra-branquense Dedé passava pelo local e foi abordado pelo criminoso que fugiu em seu carro levando-o como refém.

Em meio a perseguição, o bandido foi morto e Dedé foi atingido por um disparo e socorrido ainda com vida para o Hospital Souza Aguiar. Ele ainda passou os últimos dias internado, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito nesta manhã de sexta-feira (08).

Muitos serra-branquenses lamentam nas redes sociais a morte prematura e inesperada de Dedé de Dulce.

De Olho no Cariri

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB