Suspeitos de explosão a banco em Brejo do Cruz são mortos em confronto com polícia


As Polícias Militares da Paraíba e do Rio Grande do Norte apreenderam, no domingo(3), três fuzis, três espingardas calibre 12, duas pistolas, vários explosivos, sete coletes e dois carros, após um confronto com intensa troca de tiros, entre as cidades de Janduís e Campo Grande, no Oeste do Estado do Rio Grande do Norte.

Na ação, quatro criminosos que receberam os policiais a tiros foram baleados, ainda chegaram a ser socorridos pela própria PM, mas não resistiram e morreram. Eles fazem parte da quadrilha responsável por atacar, por volta das 4h40 da manhã, a agência do banco do Bradesco da cidade de Brejo do Cruz, no sertão da Paraíba.

Os suspeitos tentaram escapar da ação da PM mudando a forma e o horário de agir, já que durante toda a madrugada várias viaturas realizaram a Operação Madrugadão na região, com o objetivo de prender as quadrilhas envolvidas neste tipo de crime. Com a mudança do horário, a PM contou com o apoio da população que através de denúncias sobre a rota utilizada pelos acusados, ajudou a localizá-los e prendê-los.

Os acusados foram encontrados em uma fazenda, na divisa das cidades de Janduís e Campo Grande, a 70 km de distância do município paraibano onde eles estouraram o banco.

A quadrilha é formada por criminosos do Rio Grande do Norte e os demais integrantes já foram identificados. O arsenal apreendido foi levado para a Delegacia de Polícia Civil, em Patu-RN. Durante a ação que prendeu os bandidos, um policial paraibano foi ferido de raspão e recebeu atendimento no hospital de Caicó-RN, onde permanece internado e acompanhado pela Polícia Militar da Paraíba.

Os corpos dos quatro criminosos que morreram após atirar na PM, foram levados para uma unidade do Instituto Técnico-Científico de Polícia do Rio Grande do Norte (ITEP).

Com Secom -PB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB