Polícia diz que ‘pessoa próxima’ teria matado padre com 29 facadas, na Paraíba

O delegado seccional de Solânea, Diógenes Fernandes, confirmou que a polícia investiga como homicídio, possivelmente praticado por uma pessoa próxima, contra o padre do município de Borborema, no Brejo paraibano. Pedro Gomes Bezerra, de 49 anos, foi encontrado morto e enrolado em lençóis na casa paroquial da igreja de Borborema, na manhã desta quinta-feira (24).

De acordo com o delegado, o padre foi assassinado com cerca de 29 facadas e a pessoa que cometeu o crime seria de convívio próximo ao padre, já que o assassinato ocorreu após as 22h dessa quarta-feira (23). Após o crime, o suspeito fugiu no carro da paróquia.

“O que podemos dizer é que ele foi assassinado com golpes de faca. A pessoa ou as pessoas que cometeram entraram na casa com a permissão da vítima e tudo leva a crer que [o crime ocorreu] durante uma conversa talvez até amigável até então. Houve luta corporal intensa. O corpo do padre estava bastante machucado e com 29 ferimentos. Trabalhamos com a hipótese de homicídio”, afirmou o delegado.

Ainda segundo o delegado, o carro usado na fuga foi localizado por volta das 16h45 e estava abandonado em um sítio da Zona Rural de Solânea. No início da noite desta quinta, a polícia começou a ouvir moradores do município para tentar entender o motivo do crime e identificar possíveis suspeitos.

Com Portal Correio

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB